“E continua a maior febre no estilo de rua do circuito fashion. É porque bolsas nunca saem de moda. Elas atualizam o look e colocam graça na hora ou na ocasião certa. Então, inspire-se!”

Dificilmente encontramos uma mulher desacompanhada de uma bolsa. Isto é um fato inegável, visto que a bolsa constitui um acessório praticamente indispensável na composição do vestuário feminino.


Qualquer um já deve ter ouvido ou feito comentários do tipo “numa bolsa de mulher cabe o mundo” ou “numa bolsa de mulher pode-se encontrar de tudo”. E não é difícil ver uma mulher “perdida” entre os vários objetos guardados em sua bolsa, procurando algo sem o achar.


Outro fato inegável é que a mulher muito raramente deixa alguém entrever o conteúdo de sua bolsa.
Nota-se que tal sensação, embora ocorra principalmente diante dos homens, ocorre também em relação às demais mulheres. Dificilmente uma mulher se permite “explorar” o que existe dentro da bolsa da outra.
Ou seja, parece que existe uma lei geral implícita de não-invasão, de não-curiosidade.


Apesar de existirem evidentes diferenças individuais, todas as mulheres compartilham de características psicológicas semelhantes, basilares mesmo, provenientes das várias faces do arquétipo feminino, da imagem primordial da mulher. Isto fica explícito na importância fundamental que todas elas conferem à bolsa.


A importância da bolsa é tanta, que se revela pelos detalhes: tamanho, formato, cor, acabamento (interno e externo), facilidade de manuseio, de abrir e fechar, quantidade de bolsos externos, presença de bolsos internos e divisórias e outros “lugares secretos”.


A estilista Sandra Regina de Barros considera que “a bolsa serve para acompanhar sua dona onde quer que ela esteja e, sendo assim, precisa ser a mais funcional, ergonômica, prática e bonita possível”, diz ela.
Nesta matéria, ela apresenta algumas de suas criações, bolsas chiques e práticas para o dia a dia. Se a moda existe para satisfazer as necessidades femininas, a cada trabalho que ela faz, imprime bom gosto e qualidade.


Suas criações estão sendo cada vez mais aceitas por um público de bom gosto. Cada peça é única, ‘construída’ a mão. E o cuidado e qualidade começam desde a escolha das linhas e malhas.


“Se você não pode ter uma bolsa das grandes marcas, tenha uma bolsa de crochê, porque ali tem nossos pensamentos, nossas memórias. A gente não faz simplesmente uma bolsa de crochê, ali vai nosso sentimento, nosso carinho, até nossas tensões – enquanto se vai criando cada peça”, diz Sandra Regina.
Cada produto concluído, para ela, é como um filho colocado no mundo, neste caso, na vitrine.

Feito a Mão – R$ 180,00
Feito a Mâo – R$ 120,00

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